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Momento I
5 MAI - 19 JUN 2022
MAS ONDE ESTÁ A ESPADA?
Isadora Alves

  • 27-28 maio 2022, 20h15
  • Parque do Vale do Silêncio (38°46'00.1"N 9°07'07.1"W) Bairro do Alvito (38°42'50.3"N 9°10'49.7"W)

MAS ONDE ESTÁ A ESPADA?
Isadora Alves

  • 27-28 maio 2022, 20h15
  • Parque do Vale do Silêncio (38°46'00.1"N 9°07'07.1"W) Bairro do Alvito (38°42'50.3"N 9°10'49.7"W)
  • 50'
  • M/12

Criação: Isadora Alves
Desenvolvido e apresentado com: Bruno Humberto e Nuno Nolasco
Figurinos: Marisa Escaleira
Cenografia: Humberto e Alves
Registo fotográfico: Miguel Ângelo Santarém e Vitorino Coragem
Apoio: Fórum Dança, Festival Temps d'Images, Fundação Calouste Gulbenkian e Materiais Diversos
Apoio à residência: O Espaço do Tempo, Fórum Dança e Estúdios Victor Córdon
Agradecimentos: PACAP 4, Ana Libório, Gonçalo Alegria e Latoaria

É tripartida a pedra que dá origem à primeira lâmina. Não terá sido determinante para conhecer o interior, não terá precedido a caça nem a vontade de ferir. Contudo, de forma inevitável se foram desenhando novas histórias do corpo, através da espada.

Mas Onde Está a Espada? é um trabalho site-specific que examina o fenómeno do canto, milagre arquitectónico, seguindo a tradição das Corner Pieces tais como as de Joseph Beuys ou Bruce Nauman. Múltiplo embora um, assim é a admiração por X, Y e Z. Esta peça edifica-se e desaparece em torno de concepções como a paisagem e a formação de tridimensionalidade, natureza e criação, abstracto e o figurativo.

Biografias

Isadora Alves ︎(1996, Lisboa) é licenciada em teatro pela E.S. de Teatro e Cinema, estudou também criação em dança no Fórum Dança e escultura na Universidade de São Paulo. Criou as peças “ V Primeiro Gesto” (2019) e “Mas Onde Está a Espada?” (2022). As suas primeiras criações são composições site-specific, onde a luz tem sido o material privilegiado de estudo em permanente diálogo com o tempo. Foi co-criadora dos projectos “Ciclo de performances em torno de Albert Serra”(2020), “Elle a besoin de paix. Elle n’a pas besoin de paix.”(2020), “A Memória dos Documentos Perecíveis”(2020), “Clarice, Instantâneo Cénico” (2021). Como intérprete integrou obras de Maria Duarte, Bruno Humberto, Rui Paiva, Joana Braga, Miguel Bonneville, Elmano Sancho, António Pires, ADR, Jan Brokof, entre outros. É bolseira do Centro Nacional de Cultura para a escrita do seu próximo projecto. Colabora regularmente com o músico e criador Bruno Humberto e com o fotógrafo Miguel Ângelo Santarém. www.isadoraalves.com

e depois?
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14 OUT - 7 NOV 2022
Momento II