Momento II
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Momento II
8 OUT - 6 NOV 2022
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Daniel Frese
LEBRE
Alexandre Pieroni Calado e João Ferro Martins

  • 5-6 novembro 2022, 21h30
  • Musicbox Lisboa

LEBRE
Alexandre Pieroni Calado e João Ferro Martins

  • 5-6 novembro 2022, 21h30
  • Musicbox Lisboa
  • 60 min
  • M/12

Concepção, dramaturgia, encenação, interpretação: Alexandre Pieroni Calado
Concepção, criação plástica, direcção musical, interpretação: João Ferro Martins
Texto original: José Miranda Justo
Co-criação musical e interpretação: Raquel Pimpão, Sofia Queiroz
VOZ OFF: José Miranda Justo, José Smith Vargas
Design gráfico vídeo e livro: Ilhas Studio - Catarina Vasconcelos e Margarida Rêgo
Figurinos: Marisa Escaleira
Direcção Técnica: Sandro Esperança
Design de Comunicação: Miguel Pacheco Gomes
Produção Executiva: Marta Frade
Produção: A+ /Artes e Engenhos
Financiamentos: DGArtes/Governo de Portugal, CMAlmada.
Apoios: Latoaria,FCT-UNL, malavoadora, Duplacena, Primeiros Sintomas, RDP Antena 2, RDP África.

LEBRE - Lances de Hermes é um espectáculo da palavra enquanto imagem-tempo, de hip-hop filosófico, de teatro de cabaret para os cidadãos digitais. O projecto toma como ponto de partida a ideia de que estamos numa era da velocidade e da comunicabilidade, que são atributos da figura mitológica de Hermes; sob outra perspectiva, assume um diagnóstico de inflação hermética, na medida em que a cultura contemporânea do ocidente sofre de manipulação da informação, de dissolução de valores, de co-modificação da cultura e das artes. Alexandre Pieroni Calado e João Ferro Martins aprofundam neste projecto uma reflexão sobre o tempo presente a partir da revisitação da tradição greco-latina já encetada em O Declive e a Inclinação – Fragmentos do mito de Sísifo e A Morte nos Olhos – sobre o mito de Perseu e Medusa. Agora, Lebre – Lances de Hermes é um oratório-downtempo que investiga criativamente o ambíguo ascendente de Hermes na nossa época, em especial o dinamismo compulsivo e a acelerada dispersão dos regimes de verdade.

Biografias

João Ferro Martins nasceu em Santarém. Trabalha como artista visual, sonoro e performativo. Licenciou-se em Artes Plásticas na Escola Superior de Arte e Design (IPL Caldas da Rainha). Produção tridimensional e questões relacionadas com pintura e música formam a base do seu trabalho, bem como acções que envolvem teatro, performance e filme. Participou em inúmeras exposições individuais e colectivas e nas artes performativas tem colaborado com Alexandre Pieroni Calado, Gonçalo Alegria, Andresa Soares, Vera Mantero, Mala Voadora, entre outros. É fundador, juntamente com Hugo Canoilas, do colectivo A kills B e faz parte dos projectos musicais CATARATA e Casal do Leste.

Alexandre Pieroni Calado nasceu em Lisboa, faz e investiga sobre teatro. Estudou na Escola Superior de Teatro e Cinema (Lisboa) e na Escola de Comunicação e Artes (São Paulo). Está envolvido num ciclo de projectos de pesquisa, criação e difusão em torno do enraizamento da violência na matriz cultural greco-latina, no âmbito do qual apresentou A Parede (2019), A Morte nos Olhos (2018) e O Declive e a Inclinação (2016). De entre as criações recentes destaca Kaspar: Palavra Soprada (2017), espectáculo de auto-teatro que simula a experiência de assistir a uma encenação de Kaspar, de Peter Handke, do lugar do ponto, A Arte Degenera à Medida que se Aproxima do Teatro (2017), performance duracional com manifestos de artistas do século XX, e como um conjunto de recriações de encenações portuguesas do século vinte, com Dramas de Princesas. A Morte e a Donzela (2015), Woyzeck 1978 (2014), Quarteto (2013) e Pregação (2012).

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5 MAI - 19 JUN 2022
Momento I