14º Festival
de artes em
movimento
 

  • 27
    OUT

  • 28
    OUT
  • Sab
    29
    OUT
  • Dom
    30
    OUT

  • 31
    OUT

  • 01
    NOV

  • 02
    NOV

  • 03
    NOV

  • 04
    NOV
  • Sab
    05
    NOV
  • Dom
    06
    NOV

  • 07
    NOV

  • 08
    NOV

  • 09
    NOV

  • 10
    NOV

  • 11
    NOV
  • Sab
    12
    NOV
  • Dom
    13
    NOV

  • 14
    NOV

  • 15
    NOV

  • 16
    NOV

  • 17
    NOV

  • 18
    NOV
  • Sab
    19
    NOV
CINEMA — SÃO LUÍZ FORA DE PORTAS
Ciclo
Apichatpong Weerasethakul

Cinema Ideal
27 out a 2 nov – 19h45
CINEMA — SÃO LUÍZ FORA DE PORTAS
Ciclo
Apichatpong Weerasethakul

Cinema Ideal
27 out a 2 nov – 19h45
ESPETÁCULO — ESTREIA NACIONAL
Fever Room
Apichatpong Weerasethakul
São Luiz Teatro Municipal
29 e 30 out – 15h /17h / 22h
CINEMA — SÃO LUÍZ FORA DE PORTAS
Ciclo
Apichatpong Weerasethakul

Cinema Ideal
27 out a 2 nov – 19h45
 
ESPETÁCULO — ESTREIA NACIONAL
Fever Room
Apichatpong Weerasethakul
São Luiz Teatro Municipal
29 e 30 out – 15h /17h / 22h
ENCONTRO COM:
Apichatpong Weerasethakul
Susana de Sousa Dias e André Príncipe
São Luiz Teatro Municipal
30 out – 18h30
CINEMA — SÃO LUÍZ FORA DE PORTAS
Ciclo
Apichatpong Weerasethakul

Cinema Ideal
27 out a 2 nov – 19h45
CINEMA — SÃO LUÍZ FORA DE PORTAS
Ciclo
Apichatpong Weerasethakul

Cinema Ideal
27 out a 2 nov – 19h45
CINEMA — SÃO LUÍZ FORA DE PORTAS
Ciclo
Apichatpong Weerasethakul

Cinema Ideal
27 out a 2 nov – 19h45
CINEMA — SÃO LUÍZ FORA DE PORTAS
Ciclo
Apichatpong Weerasethakul

Cinema Ideal
27 out a 2 nov – 19h45
ESPETÁCULO - ESTREIA ABSOLUTA
A Voz Humana

João Paulo Santos / Lúcia Lemos / Vasco Araújo / Jean Paul Bucchieri
São Luiz Teatro Municipal
3, 5, 7 e 11 nov – 18h30
   
ESPETÁCULO - ESTREIA ABSOLUTA
A Voz Humana

João Paulo Santos / Lúcia Lemos / Vasco Araújo / Jean Paul Bucchieri
São Luiz Teatro Municipal
3, 5, 7 e 11 nov – 18h30
   
ESPETÁCULO - ESTREIA ABSOLUTA
A Voz Humana

João Paulo Santos / Lúcia Lemos / Vasco Araújo / Jean Paul Bucchieri
São Luiz Teatro Municipal
3, 5, 7 e 11 nov – 18h30
   
INSTALAÇÃO VÍDEO - EM RETROSPETIVA
Curso de Silêncio
Vera Mantero
Teatro da Trindade
10 a 13 nov
INSTALAÇÃO VÍDEO - EM RETROSPETIVA
Curso de Silêncio
Miguel Gonçalves Mendes
Teatro da Trindade
10 a 13 nov
INSTALAÇÃO VÍDEO
Il Distacco
Luciana Fina

Teatro da Trindade
10 a 13 nov

ESPECTÁCULO
Triste Ensaio sobre a Beleza
Mara Andrade

Teatro da Trindade
10 nov – 21h
ESPETÁCULO - ESTREIA ABSOLUTA:
Soundscope II
Ekco Deck / Jorge Quintela

Teatro da Trindade
10 nov – 22h30
 
ESPETÁCULO - ESTREIA ABSOLUTA
A Voz Humana

João Paulo Santos / Lúcia Lemos / Vasco Araújo / Jean Paul Bucchieri
São Luiz Teatro Municipal
3, 5, 7 e 11 nov – 18h30
INSTALAÇÃO VÍDEO - EM RETROSPETIVA
Curso de Silêncio
Vera Mantero
Teatro da Trindade
10 a 13 nov
INSTALAÇÃO VÍDEO - EM RETROSPETIVA
Curso de Silêncio
Miguel Gonçalves Mendes
Teatro da Trindade
10 a 13 nov

INSTALAÇÃO VÍDEO
Il Distacco
Luciana Fina

Teatro da Trindade
10 a 13 nov
ESPETÁCULO - EM RETROSPETIVA:
O Duplo
Mala Voadora

Teatro da Trindade
11 nov - 21h
 
INSTALAÇÃO VÍDEO - EM RETROSPETIVA
Curso de Silêncio
Vera Mantero
Teatro da Trindade
10 a 13 nov
INSTALAÇÃO VÍDEO - EM RETROSPETIVA
Curso de Silêncio
Miguel Gonçalves Mendes
Teatro da Trindade
10 a 13 nov
INSTALAÇÃO VÍDEO
Il Distacco
Luciana Fina

Teatro da Trindade
10 a 13 nov

ENCONTRO
Temps d'Images Lisboa em retrospectiva
Mónica Guerreiro

Teatro da Trindade
12 nov – 18h30
INSTALAÇÃO VÍDEO - ESTREIA ABSOLUTA
o jardim dos caminhos que se bifurcam
João Cristóvão Leitão

Palácio Príncipe Real
12 a 27 nov - 17h às 21h
INSTALAÇÃO VÍDEO - EM RETROSPETIVA
Chant Portraits
Luciana Fina

Palácio Príncipe Real
12 a 27 nov - 17h às 21h
VÍDEO ARTE
Vídeo Screening / João Telmo e FJ Ossang
Palácio Príncipe Real
12 a 27 nov - 17h às 21h
 
INSTALAÇÃO VÍDEO - EM RETROSPETIVA
Curso de Silêncio
Vera Mantero
Teatro da Trindade
10 a 13 nov
INSTALAÇÃO VÍDEO - EM RETROSPETIVA
Curso de Silêncio
Miguel Gonçalves Mendes
Teatro da Trindade
10 a 13 nov
INSTALAÇÃO VÍDEO
Il Distacco
Luciana Fina

Teatro da Trindade
10 a 13 nov

INSTALAÇÃO VÍDEO - ESTREIA ABSOLUTA
o jardim dos caminhos que se bifurcam
João Cristóvão Leitão

Palácio Príncipe Real
12 a 27 nov - 17h às 21h
INSTALAÇÃO VÍDEO - EM RETROSPETIVA
Chant Portraits
Luciana Fina

Palácio Príncipe Real
12 a 27 nov - 17h às 21h
VÍDEO ARTE
Programa / Bregas (vários artistas)
Palácio Príncipe Real
12 a 27 nov - 17h às 21h
   
INSTALAÇÃO VÍDEO - ESTREIA ABSOLUTA
o jardim dos caminhos que se bifurcam
João Cristóvão Leitão

Palácio Príncipe Real
12 a 27 nov - 17h às 21h
INSTALAÇÃO VÍDEO - EM RETROSPETIVA
Chant Portraits
Luciana Fina

Palácio Príncipe Real
12 a 27 nov - 17h às 21h
VÍDEO ARTE
Programa / Bregas (vários artistas)
Palácio Príncipe Real
12 a 27 nov - 17h às 21h
   
INSTALAÇÃO VÍDEO - ESTREIA ABSOLUTA
o jardim dos caminhos que se bifurcam
João Cristóvão Leitão

Palácio Príncipe Real
12 a 27 nov - 17h às 21h
INSTALAÇÃO VÍDEO - EM RETROSPETIVA
Chant Portraits
Luciana Fina

Palácio Príncipe Real
12 a 27 nov - 17h às 21h
VÍDEO ARTE
Programa / Bregas (vários artistas)
Palácio Príncipe Real
12 a 27 nov - 17h às 21h
   
INSTALAÇÃO VÍDEO - ESTREIA ABSOLUTA
o jardim dos caminhos que se bifurcam
João Cristóvão Leitão

Palácio Príncipe Real
12 a 27 nov - 17h às 21h
INSTALAÇÃO VÍDEO - EM RETROSPETIVA
Chant Portraits
Luciana Fina

Palácio Príncipe Real
12 a 27 nov - 17h às 21h
VÍDEO ARTE
Programa / Bregas (vários artistas)
Palácio Príncipe Real
12 a 27 nov - 17h às 21h
INSTALAÇÃO VÍDEO - ESTREIA NACIONAL
SÃO LUIZ FORA DE PORTAS
Capture Practice
Arkadi Zaides

Palácio Príncipe Real
16 a 27 nov (abertura 16 nov - 19h)
ENCONTRO COM
Arkadi Zaides
Nuno Crespo

Palácio Príncipe Real
16 nov - 20h
INSTALAÇÃO VÍDEO - ESTREIA ABSOLUTA
o jardim dos caminhos que se bifurcam
João Cristóvão Leitão

Palácio Príncipe Real
12 a 27 nov - 17h às 21h
INSTALAÇÃO VÍDEO - EM RETROSPETIVA
Chant Portraits
Luciana Fina

Palácio Príncipe Real
12 a 27 nov - 17h às 21h
VÍDEO ARTE
Programa / Bregas (vários artistas)
Palácio Príncipe Real
12 a 27 nov - 17h às 21h
INSTALAÇÃO VÍDEO - ESTREIA NACIONAL
SÃO LUIZ FORA DE PORTAS
Capture Practice
Arkadi Zaides

Palácio Príncipe Real
16 a 27 nov (abertura 16 nov - 19h)
 
INSTALAÇÃO VÍDEO - ESTREIA ABSOLUTA
o jardim dos caminhos que se bifurcam
João Cristóvão Leitão

Palácio Príncipe Real
12 a 27 nov - 17h às 21h
INSTALAÇÃO VÍDEO - EM RETROSPETIVA
Chant Portraits
Luciana Fina

Palácio Príncipe Real
12 a 27 nov - 17h às 21h
VÍDEO ARTE
Programa / Bregas (vários artistas)
Palácio Príncipe Real
12 a 27 nov - 17h às 21h
INSTALAÇÃO VÍDEO - ESTREIA NACIONAL
SÃO LUIZ FORA DE PORTAS
Capture Practice
Arkadi Zaides

Palácio Príncipe Real
16 a 27 nov (abertura 16 nov - 19h)
ESPECTÁCULO
Terrarium
André Uerba

Espaço Alkantara
18 a 20 nov - 21h
INSTALAÇÃO VÍDEO - ESTREIA ABSOLUTA
o jardim dos caminhos que se bifurcam
João Cristóvão Leitão

Palácio Príncipe Real
12 a 27 nov - 17h às 21h
INSTALAÇÃO VÍDEO - EM RETROSPETIVA
Chant Portraits
Luciana Fina

Palácio Príncipe Real
12 a 27 nov - 17h às 21h
VÍDEO ARTE
Programa / Bregas (vários artistas)
Palácio Príncipe Real
12 a 27 nov - 17h às 21h
INSTALAÇÃO VÍDEO - ESTREIA NACIONAL
SÃO LUIZ FORA DE PORTAS
Capture Practice
Arkadi Zaides

Palácio Príncipe Real
16 a 27 nov (abertura 16 nov - 19h)
ESPECTÁCULO
Terrarium
André Uerba

Espaço Alkantara
18 a 20 nov - 21h
 
André Príncipe
André Príncipe (Porto, 1976) é fotógrafo, cineasta e editor.
Publicou seis livros; Tunnels, Master and Everyone, I thought you knew the place where all of the elephants lie down, Perfume do Boi, Smell of tiger precedes tiger e Tokyo diaries (c/ Marco Martins). É fundador da Pierre von Kleist editions. Campo de flamingos sem flamingos, a sua última longa-metragem estreou comercialmente em 2014. Exposições recentes no CGAC (Santiago de Compostela), CAV (Coimbra) e Le Bal (Paris). O seu livro You´re living for nothing now será publicado em Novembro de 2016.
  ENCONTRO COM:
Apichatpong Weerasethakul
André Uerba
André Uerba nasceu em Lisboa, em 1983. Foi criado nos subúrbios de Lisboa, onde viveu até aos 18 anos. Artista visual e performer actualmente a viver em Berlim onde frequenta o 2ºano do Master of Arts, Solo/Dance/Authorship na Universität der Künste Berlin. Estudou Design Gráfico na Escola António Arroio e depois de uma breve passagem pela Escola Superior de Teatro e Cinema, estudou fotografia avançada no Ar.co na qual foi bolseiro em 2010/2011.   ESPECTÁCULO
Terrarium
Apichatpong Weersetakul
Bio   ESPETÁCULO — ESTREIA NACIONAL
Fever Room
ENCONTRO COM:
Apichatpong Weerasethakul
CINEMA — SÃO LUÍZ FORA DE PORTAS
Ciclo
Arkadi Zaides
Bio   INSTALAÇÃO VÍDEO - ESTREIA NACIONAL
SÃO LUIZ FORA DE PORTAS
Capture Practice
ENCONTRO COM
Arkadi Zaides
António de Sousa Dias

Compositor, artista multimédia e investigador, António de Sousa Dias divide seu trabalho entre a criação, a pesquisa e o ensino. Doutorado em Musicologia (Paris 8), é autor de obras explorando diversas formações e géneros (instrumental, eletroacústico e misto), bem como de música para filmes, documentários e animação. A performance e o teatro musical (enquanto autor, músico e performer) também desempenham um papel importante no seu percurso. As suas pesquisas no campo da criação musical e ambientes virtuais levaram-no ao desenvolvimento de ferramentas de assistência à concepção e construção de espaços musicais e audiovisuais navegáveis. Paralelamente, iniciou um trabalho de pesquisa na área da criação visual. É o autor da série Tonnetz (MNAC, Lisboa, 2011), de A Dama e o Unicórnio (poema de Maria Teresa Horta, DGArtes, TMSL / Temps d’Images / Dom Quixote, 2013) e co-autor de Natureza Morta | Stilleben de Susana de Sousa Dias (MNAC, Lisboa, 2010). Atualmente é Professor Associado na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa e é membro do CITAR (EA / Universidade Católica Portuguesa) dirigindo pesquisas no doutoramento em Ciência e Tecnologia das Artes.

  ESPECTÁCULO - ESTREIA ABSOLUTA
Mutabilis
Dinis Machado
Dinis Machado (Porto, 1987) vive e trabalha entre Portugal, Suécia e Inglaterra. Com formação em artes plásticas e performativas, o seu trabalho desenvolve-se no cruzamento destas duas áreas: onde o gesto concreto de construção plástica é reclamado e trabalhado enquanto material coreográfico. O seu projecto Black Cats Can See In The Dark But Are Not Seen foi um dos nomeados para o prémio Jardim D’europe no ImpulzTanz Viena em 2014. Possui o mestrado em coreografia pela DOCH (Estocolmo), dirigido por Jefta Van Dinther e Frederic Gies. Estudou também Artes visuais na Maumaus, teatro na ESTC e Ballet clássico e dança contemporânea no Balleteatro. Dirige o seu próprio trabalho performativo desde 2006, tendo criado os espectáculos Out in Space – Experiences on Autonomy, Black Cats Can See in The Dark But Are Not Seen, Dinis Machado por Dinis Machado, Dramaturgy, Still Nature, Parole, Parole, Parole e Only You, que foram apresentados na Áustria, Croácia, Uruguai, França, Suécia, Alemanha, Inglaterra e Portugal. Participou no AWaRE (Festival Alkantara 2014), mediado por Sofia Dias e Vitor Roriz, nos Encontros Rumo mediados por Vera Mantero e Miguel Pereira, e no Mugatxoan (Serralves/Arteleku) dirigido por Blanca Calvo e Ion Monduate. Dirige frequentemente workshops em torno da sua prática artística e dirigiu o curso de um ano em práticas performativas no NEC (Porto) em 2010. Faz parte da direcção da interim Kultur, cooperativa sueca para produção executiva criada e utilizada por artistas independentes para a sua representação administrativa e defesa dos seus direitos de trabalho.   ESPECTÁCULO
In a Manner of Speaking
Ekco Deck

Sérgio Martins
Nasceu em 1982 no Porto. Fez os estudos no Conservatório de Musica do Porto em Guitarra
Clássica e depois Musica Electrónica e Produção Musical na Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco.

Rui Lima
Nasceu em 1981 no Porto. Estudou Design de Luz e Som na Escola Superior de Musica e Artes do Espectáculo, onde lecciona actualmente.

Colaboram como compositores em Artes Performativas e Cinema desde 2001, trabalhando com diversos nomes como João Garcia Miguel, Jorge Andrade (Mala Voadora), Victor Hugo Pontes, Ana Luena (Teatro Bruto(, Nuno Cardoso, Joana Providência entre outros, tendo apresentado trabalhos em Portugal, Espanha, França, Alemanha, Israel, Brasil e Russia.
No cinema, compuseram diversas bandas sonoras para Raquel Freire e Jorge Quintela.
Membros do projecto de musica electrónica - Ekco Deck.

  ESPETÁCULO - ESTREIA ABSOLUTA:
Soundscope II
Faustin Linyekula
Bailarino e coreógrafo, Faustin Linyekula vive e trabalha em Kisangani, no nordeste da República Democrática do Congo, ex-Zaire, ex-Congo Belga, ex-Estado Independente do Congo… Após estudar literatura e drama em Kisangani, mudou-se para Nairobi em 1993 e em 1997 fundou, em conjunto com Opiyo Okach e Afrah Tenambergen, a companhia Gàara, a primeira companhia de dança contemporânea do Quénia. De volta ao Congo em junho de 2001, criou em Kinshasa os Studios Kabako, um espaço dedicado à dança e ao teatro visual, proporcionando programas de formação, bem como apoio à pesquisa e criação. Em 2006, os Studios Kabako foram transferidos para Kisangani e abraçaram novos campos artísticos: música, filme e vídeo. Memória, esquecimento e a supressão da lembrança – nos seus trabalhos, Faustin foca o legado de décadas de guerra, terror, medo e o colapso da economia para ele próprio, a sua família e os seus amigos. Faustin criou 15 peças com os Studios Kabako, que fizeram digressões pela Europa, África e América do Norte. Outras colaborações incluem um dueto com Raymund Hoghe (Sans-titre, 2009) e uma peça com 24 bailarinos para o Ballet de Lorraine, em Nancy (La Création du monde 1923-2012). Faustin ensina em África, na Europa (Impulstanz – Viena, PARTS – Bruxelas, CNDC Angers) e nos Estados Unidos da América (Universidade da Flórida – Gainesville, Universidade do Arizona – Tempe, Dartmouth College). Em 2007, foi-lhe atribuído o Grande Prémio da Fundação Príncipe Claus para a Cultura e o Desenvolvimento (Holanda). Em 2014, Faustin Linyekula e os Studios Kabako foram reconhecidos com o primeiro Prémio da Fundação CurryStone (E.U.A.) pelo trabalho desenvolvido em Kisangani. Ao mesmo tempo que ajuda a promover o trabalho de jovens artistas congoleses na área das artes performativas, da música e do vídeo, os Studios Kabako também trabalham com comunidades do distrito de Lubunga, na margem sul do rio Congo, nomeadamente em torno da questão da água potável. 2016 será o ano da inauguração em Lubunga de um centro cultural, juntamente com uma unidade piloto de tratamento de água.   CONFERÊNCIA FAUSTIN LINYEKULA
African Bodies European Looks
Isabelle Danto
Isabelle Danto
Bio   CONFERÊNCIA FAUSTIN LINYEKULA
African Bodies European Looks
Jean Paul Bucchieri
Bio   ESPETÁCULO - ESTREIA ABSOLUTA
A Voz Humana
João Cristóvão Leitão
Licenciado em Teatro (Dramaturgia)/Theatre and Performance Studies, pela Escola Superior de Teatro e Cinema/University of Warwick, e mestre em Arte Multimédia (Audiovisuais), pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Enquanto criador, funda e integra o colectivo performativo 3.14 (2010-2012) e, em 2012, integra, enquanto co-criador e videasta, o colectivo artístico SillySeason. Desenvolve projectos de vídeo arte, alguns dos quais foram exibidos a nível europeu e/ou premiados a nível nacional. Colabora com Mole Wetherell (2012), com as plataformas artísticas Orlando Furioso (2013) e Rabbit Hole (2014), com o colectivo londrino MAGMA (2014), com Elmano Sacho (2015), com a produtora VIDEOLOTION (2015/2016) e com António Torres e Ana Jezabel (2016). É, actualmente, representado pela plataforma francesa Heure Exquise: Centre International pour les Arts Vidéo.
  INSTALAÇÃO VÍDEO - ESTREIA ABSOLUTA
o jardim dos caminhos que se bifurcam
João Manuel Oliveira
Bio   ENCONTRO
Bordel Filosófico
João Paulo Santos
Bio   ESPETÁCULO - ESTREIA ABSOLUTA
A Voz Humana
Jorge Jácome
Bio   ESPECTÁCULO - ESTREIA ABSOLUTA
Íris
LOOPS.LISBOA
SOBRE O LOOP
Pode parecer elementar falar de criação em loop hoje em dia. Se pensarmos no exemplo mais extremo e banal desta forma de linguagem audiovisual, poderíamos falar dos incontornáveis vídeos .gif que povoam as nossas redes sociais e aplicações móveis de mensagens e que, essencialmente, representam / significam pura diversão e entretenimento.
Porém, se por um lado esta associação contemporânea vulgariza esta forma de criar, por outro cria uma grande injustiça: sem o loop, não haveria nem o cinema nem a videoarte como a entendemos hoje.
O loop é o berço da história da imagem em movimento. A sua lógica da repetição, que originalmente fez da inércia movimento, atravessou o século XX e XXI com as mais diversas formas de expressão autoral. Dos dispositivos ópticos do pré-cinema (Phenakistoscope, Zootrope, Kinetoscope), passando logo a seguir pela obra de Duchamp, pela pop art e por grandes nomes como Dan Graham, Martin Arnold e mesmo Harun Farocki, o loop demonstra uma invejável vitalidade enquanto elemento essencial do movimento audiovisual.
São inúmeros os exemplos de diversidade de processos, recursos narrativos e abordagens poéticas atribuídos ao filme-loop ao longo das décadas. Das obras circulares, que sempre voltam ao mesmo ponto (não sem antes criar novos significados para as imagens), até chegar aos trabalhos espirais, que extrapolam geometricamente as suas partes constituintes, rumo a um moto-contínuo, as possibilidades do loop dependem apenas da criatividade de quem manipula a imagem consoante o espaço, o tempo e o ambiente de projeção e intervenção. Seja através de material autoral ou reapropriado, a criação de significados e sentidos literalmente nunca tem fim.
E é para desafiar os artistas portugueses, e estrangeiros residentes em Portugal a uma exploração desta célula-tronco da imagem que o TEMPS D’IMAGES LISBOA criou o LOOPS.LISBOA.
  OPEN CALL
LOOPS.LISBOA
Lúcia Lemos
Bio   ESPETÁCULO - ESTREIA ABSOLUTA
A Voz Humana
Luciana Fina
Nasce no Sul da Itália, em Bari, e trabalha desde 1991 em Lisboa.
Após a formação universitária em literatura portuguesa e francesa, dedica-se inicialmente à programação cultural na Itália. É durante muitos anos programadora independente na área do cinema, colaborando principalmente com a Cinemateca Portuguesa e outras instituições em Portugal, Itália, França e Brasil.
Em 1998 realiza o seu primeiro filme documentário, optando logo por diversificar formas e estratégias de criação, com um trabalho que migra frequentemente para os espaços expositivos e que se move entre o cinema e as artes visuais.
Utilizando diversos media, concentra a sua criação em torno dos temas do nomadismo e do interculturalismo, e na pesquisa sobre a relação do cinema com as outras artes.
Foca por fim questões relativas à representação no retrato, ao tempo de exposição, à relação com o modelo e as suas consequências.
Em parceria com Moritz Elbert, trabalha em projectos de imagem, design gráfico e editorial.
Trabalha actualmente na realização de uma galeria de retratos filmados (instalações) e na preparação de um novo projecto documentário.
  INSTALAÇÃO VÍDEO
Il Distacco
INSTALAÇÃO VÍDEO - EM RETROSPETIVA
Chant Portraits
Mala Voadora
“A mala voadora” é o título de um conto de Andersen (não muito alegre) cujo protagonista acaba condenado a contar histórias para viver. A mala voadora foi fundada por Jorge Andrade e José Capela, responsáveis pela direcção artística da companhia, e apresentou o primeiro espectáculo em Maio de 2003. Desde então, tem vindo a apresentar o seu trabalho em cidades de todo o país, e também na Alemanha, Brasil, Cabo Verde, Escócia, Finlândia, França, Grécia, Inglaterra, Líbano e Polónia. A mala voadora é uma companhia de teatro fascinada com o artifício – a contra-naturalidade que define aquilo que é especificamente humano e que pode atingir a condição daquilo a que, artificiosamente, se chama “arte”.

Não temos convicções definitivas sobre a missão do teatro, ou sobre a nossa missão no teatro, nem trabalhamos no sentido de fixar uma qualquer linguagem reconhecível. São poucas as coisas que não mantemos instáveis: a convicção de que as práticas artísticas não se confundem com qualquer serviço social, de que a “forma” é o lugar privilegiado da política na arte, de que a identidade (designadamente a nossa) é uma coisa que se desvanece quando os seus contornos são definidos, de que preferimos sempre o difícil ao fácil... Acreditamos que o melhor que podemos oferecer em cada espectáculo é uma proposta de relação entre um determinado “tema” e a especulação formal em torno do que pode ser “teatro”.

  ESPETÁCULO - EM RETROSPETIVA:
O Duplo
Mara Andrade
Entre Medicina e Dança, inspira-se na fisicalidade de estados emocionais e como se transformam uns nos outros.
Criou “Uma Pequena Morte e Psicanálise” em 2012. Em 2013, com “Oxitocina”, representou Portugal na VI Bienal de Jovens Criadores em Salvador da Bahia e co-criou “Por minha Culpa minha tão grande culpa” com Marco da Silva Ferreira.
Entre 2014 e 2015 criou o solo “Um Triste Ensaio sobre a Beleza”, que estreou a 4 de Outubro de 2015 no Teatro Campo Alegre, no Porto.
  ESPECTÁCULO
Triste Ensaio sobre a Beleza
Marco da Silva Ferreira
Bio   ESPECTÁCULO - ESTREIA ABSOLUTA
Íris
Miguel Bonneville
Miguel Bonneville (Porto, 1985) concluiu os cursos de ‘Interpretação’ na Academia Contemporânea do Espectáculo (2000-2003), ‘Artes Visuais’ na Fundação Calouste Gulbenkian (2006), ‘Autobiografias, Histórias de Vida e Vidas de Artista' no CIES-ISCTE (2008), ‘Arquivo – Organização e Manutenção’ no Citeforma e ‘Costurar ideias’ na Magestil (2013). Através de performances, desenhos, fotografias, música e livros de artista, Bonneville introduz-nos a histórias autobiográficas centradas na destruição e reconstrução da identidade. Apresenta o seu trabalho em galerias de arte e festivais nacionais e internacionais, sobretudo os projectos 'Family Project', 'Miguel Bonneville’ e ‘A importância de ser...’. Foi artista residente no Sítio das Artes, na Fundação Calouste Gulbenkian (2007), no Homesession (2008), no Mugatxoan na Fundação de Serralves (2010), no Festival Transeuropa2012 (2012) e na Arts Printing House (2013).   ESPECTÁCULO - ESTREIA ABSOLUTA
Chérie Chéri
ENCONTRO
Bordel Filosófico
Miguel Gonçalves Mendes
Miguel Gonçalves Mendes pertence a uma nova geração de cineastas portugueses. Nasceu na Covilhã em 1978 e viveu em Olhão, estabelecendo-se em Lisboa, onde frequentou os cursos de Relações Internacionais e Arqueologia, antes de se licenciar em Cinema pela Escola Superior de Teatro e Cinema, em 2005 (ramo de Montagem).

Trabalhou como ator e encenador e fundou, em 2002, a produtora JumpCut, através da qual fez todos os seus filmes.

Realizou vários documentários e longas-metragens. Em 2002, «D. Nieves», documentário sobre a Galiza, premiado em festivais nacionais e internacionais e, em 2004, «Autografia», longa-metragem documental sobre o poeta e pintor surrealista Mário Cesariny, vencedora do prémio de Melhor Documentário Português no DocLisboa e do Grande Prémio Lusofonia – FamaFest. Publicou no mesmo ano, pela Assírio & Alvim, o livro Verso de «Autografia», complemento ao filme. Em 2005, terminou a longa-metragem de ficção «A Batalha dos Três Reis», rodada em 2001 em Marrocos, enquanto ainda frequentava o 1º ano da Escola de Cinema. Em 2007, fez as curtas experimentais Zarco, uma encomenda para a Expo Saragoça 2008 e, co-realizada com Vera Mantero, «Curso de Silêncio», sobre o universo de Maria Gabriela Llansol. Estreou, ainda, o seu fic-doc de terror, «Floripes», selecionado para a semana dos realizadores do Fantasporto 2007 e para o IndieLisboa.

Em 2010, terminou a versão final de «José e Pilar», cujas filmagens haviam começado em 2006. Co-produzido pela El Deseo (dos irmãos Almodóvar) e pela O2 Filmes (do realizador Fernando Meirelles), o documentário é um retrato íntimo, sagaz e divertido sobre a vida do Nobel da Literatura José Saramago com a sua mulher, Pilar del Río, e das suas formas de olhar para a vida. Aclamado pela crítica e pelo público nacional e internacional, o filme teve estreia em Portugal, Espanha, Itália, México, Estados Unidos e Brasil, onde recebeu o Prémio do Público da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. Foi nomeado nas categorias de Melhor Documentário, Melhor Banda Sonora Original e Melhor Montagem pela Academia Brasileira de Cinema, e como Melhor Filme, pela Sociedade Portuguesa de Autores. «José e Pilar» foi o filme que o Instituto do Cinema e do Audiovisual elegeu para representar Portugal nas pré-nomeações da categoria de Óscar de Melhor Filme Estrangeiro, da Academia norte-americana.

Para além da nova jornada de «O Sentido da Vida», Miguel tem em mãos os direitos para a adaptação para cinema da obra «O Evangelho Segundo Jesus Cristo», de José Saramago.

  INSTALAÇÃO VÍDEO - EM RETROSPETIVA
Curso de Silêncio
Miguel Munhá
Bio   ARTISTA NA CIDADE 2016
Antevisão Documentário
Mónica Guerreiro
Nuno Crespo
Nuno Crespo é licenciado e doutorado em filosofia pela Faculdade de Ciência Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e é investigador do Instituto de História da Arte da Universidade Nova de Lisboa. A suas actividades de investigação têm sido dedicadas ao cruzamento entre arte, arquitectura e filosofia e às possibilidades de exercício do pensamento crítico. E tem dedicado artigos a autores como Adolf Loos, Aldo Rossi, Kant, Peter Zumthor, Wittgenstein e Walter Benjamin. Das suas publicações podem destacar-se trabalhos sobre Adriana Molder, Aires Mateus, Axel Hütte, Bernd e Hilla Becher, Candida Höffer, Carrilho da Graça, Daniel Blaufuks, Fassbinder, Gerhard Richter, Luisa Cunha, Miguel Ângelo Rocha, Nuno Cera, Paulo David, Pedro Costa, Rui Chafes, Vasco Araújo, entre outros, e os livros “Wittgenstein e a Estética” editado pela Assírio & Alvim e “Julião Sarmento. Olhar Animal.” Em prolongamento das suas actividades de investigação é crítico de arte do Jornal Público e curador independente.   ENCONTRO COM
Arkadi Zaides
Nuno Fonseca
Bio   ESPETÁCULO - ESTREIA ABSOLUTA
Rewind
Paula Garcia
Bio   ESPETÁCULO - ESTREIA ABSOLUTA
Rewind
Paula Pinto
Natural de São Tomé e Príncipe inicia a sua formação em dança em 1975, com Neilma Williams em Sintra, prosseguindo nos Cursos de Bailado da Fundação Calouste Gulbenkian sob a orientação de Jorge Salavisa, continuando depois no Centre de Danse Rosella Hightower em Cannes, França. Ingressa no Ballet Gulbenkian em 1981 onde dançou durante duas décadas e foi primeira Bailarina. Na temporada de 1990/91 integrou o Frankfurt Ballet na Alemanha como Guest Artist para a criação de Jan Fabre e foi também Bolseira da Alvin Ailley Dance School em Nova Iorque, EUA. Destaca o trabalho desenvolvido com Mats Ek, Ohad Naharin, Nacho Duato, Louis Falco, Jirí Kylián, Itzik Galili, Benjamin Harkavy, Maggie Black, Kazuko Hirabaiashi, Merce Cunningham, Jan Fabre, Vasco Wellencamp, Paulo Ribeiro, Rui Horta, Olga Roriz e Benvindo Fonseca. Forte impulsionadora da criatividade, promove o trabalho colaborativo através da sentidosilimitados para oferecer experiências vivenciais e fomentar a proximidade entre as diferentes comunidades artísticas e sociais. Desde 2004 que desenvolve processos criativos com diferentes equipas multidisciplinares através do projecto Compota (www.compota.pt).   ESPECTÁCULO - ESTREIA ABSOLUTA
Mutabilis
Rita Casaes
Iniciou o seu percurso na Escola de Artes António Arroio e posteriormente na Sociedade Nacional de Belas-Artes. É licenciada em Design Visual pelo IADE, Creative University e fez a sua formação técnica em Pós produção Vídeo na ETIC. Integrou a equipa técnica de diversos filmes nacionais e assina, enquanto editora, programas de televisão in loco para a RTP Açores (2004), a primeira série de documentários Music Box Club Docs (RTP, 2011; 7º Indie Lisboa), Nas Ruas com Hernãni Carvalho (SIC, 2012), Miss Beleza Moçambique (RTP Africa, 2013). Colabora atualmente na área do grafismo em programas de televisão em directo e realiza filmes promocionais. Produz conteúdos multimédia para espetáculo e clientes corporativos e desenvolve conceitos e projetos na área do vídeo mapping, da instalação vídeo interativa e do vídeo dança.
É co-fundadora do V/Bomb A\V collective (2012) tendo passado também pela f_actorvisuals (2004) e pelo Vj Squad (2009). No contexto do Video Jamming actuou em inúmeros espaços noturnos (enquanto Vj residente) e em festivais nacionais. Foi formadora na Restart do curso de videomapping e oradora do Talkfest 2014 sobre o tema vídeo stage design.
  ESPECTÁCULO - ESTREIA ABSOLUTA
Mutabilis
Rita Morais
Estudou no Balleteatro, licenciou-se em Teatro-Actores na ESTC e fez um Mestrado em Teatro-Criação na RITCS (Bruxelas).
Como intérprete e criadora, tem vindo a trabalhar desde 2006 em produções em Portugal, Bélgica, Alemanha, Itália, Austrália, com o Teatro Praga, Arco Renz, Marijs Boulogne, Edoardo Ripani, entre outros.
Foi membro-fundador dos SillySeason em 2012, onde trabalhou como co-criadora e intérprete em SillySeason, DarkTourism, T-REX, Prado de Fundo e nas curtas-metragens Frei Luís de Sousa e Antígona.
É também professora de teatro e dança e dá apoio ao movimento em produções teatrais.
  ESPETÁCULO - ESTREIA ABSOLUTA
Longo Curso
Rui Catalão
Bio   ESPETÁCULO - ESTREIA ABSOLUTA
Medo a Caminho
Sara Vaz
Lisboa, 1979. Fez a sua formação no Conservatório de Dança de Lisboa, na École de
Danse de Genève e o curso Ex.er.ce-CCN de Montpellier. É licenciada em Teatro pela
ESTC. Como intérprete colaborou com Francisco Camacho, Carlota Lagido, David
Miguel, Tânia Carvalho, Miguel Pereira, Jean Paul Bucchieri, Mónica Calle, Nuno M.
Cardoso, José Nascimento, João Botelho, Anne Monfort. Desde 2005, colabora com a
coreógrafa espanhola Olga Mesa. Enquanto criadora desenvolve um trabalho
interdisciplinar articulando dança, teatro e vídeo. Lecciona a disciplina de Corpo no
curso de Teatro da ESAD e na ACT.
  ESPECTÁCULO - ESTREIA ABSOLUTA
MERCI
Susana de Sousa Dias
Bio   ENCONTRO COM:
Apichatpong Weerasethakul
Teresa Fradique
Teresa Fradique (n. Lisboa, 1971) é antropóloga, docente e investigadora na área da Antropologia da Arte e da Performance. O trabalho que tem desenvolvido cruza os instrumentos da investigação etnográfica com a reflexão crítica e a produção de projetos artísticos na área das artes visuais, do teatro e das culturas urbanas. Entre outros contextos, fez trabalho de campo e pesquisa sobre música rap, culturas juvenis e identidade nacional pós-colonial, do que resultou a publicação do livro "Fixar o Movimento: Representações da Música Rap em Portugal" (Edições Dom Quixote, 2003). É atualmente investigadora colaboradora do CRIA e Professora Adjunta da ESAD.CR, onde esteve envolvida, até 2010, na coordenação do Mestrado em Teatro. Trabalha como consultora em acompanhamento crítico de projetos artísticos na área das artes performativas e visuais. Prepara a sua tese de doutoramento na área do teatro contemporâneo associado às “dramaturgias do real” e ao recurso a atores não profissionais. Desenvolve atualmente interesses de investigação que radicalizem a reflexão sobre a fluidez das práticas artísticas e culturais contemporâneas.   ENCONTRO COM:
Vera Mantero
Vasco Araújo
Vasco Araújo nasceu em 1975, em Lisboa, cidade onde vive e trabalha. Com o Curso de Escultura na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, complementou a sua formação inicial com o Curso Avançado em Artes Plásticas da Maumaus, na Escola de Artes Plásticas e Fotografia. Em 2002, realiza a sua primeira exposição individual, na Galeria César, em Lisboa, participando, desde 1999, em várias exposições coletivas, nacionais e internacionais. Ao longo do seu percurso, tem integrado diversos programas de residências artísticas. Através de diferentes suportes - escultura, instalação, vídeo, fotografia e performance - Vasco Araújo tem estruturado o seu discurso a partir de uma original desconstrução e reconstrução de códigos comportamentais que refletem sobre a relação do sujeito com o mundo.   ESPETÁCULO - ESTREIA ABSOLUTA
A Voz Humana
Vera Mantero
Nasceu em Lisboa em 1966. Estudou dança clássica até aos dezoito anos. Trabalhou durante cinco anos no Ballet Gulbenkian, em Lisboa. Em Nova Iorque e Paris, estudou dança contemporânea, voz e teatro e, nessa altura, abandonou totalmente as suas origens de ballet. Enquanto dançarina, trabalhou também em França, com Catherine Diverrès. Começou a criar a própria coreografia em 1987 e, desde 1991, tem vindo a apresentar o seu trabalho em teatros e festivais da Europa, do Brasil, dos E.U.A., do Canadá e de Singapura.
Em 1999, o teatro Culturgest, em Lisboa, organizou uma retrospectiva do seu trabalho. Participa regularmente em projectos de improvisação internacionais e dá formação em workshops de criação/composição e improvisação. Desde o ano de 2000 que Vera Mantero se dedica cada vez mais a projectos de voz e música.
Em 2002, Vera Mantero recebeu o Prémio Almada (IPAE/Ministério da Cultura) em homenagem à sua carreira enquanto intérprete e coreógrafa. Representou Portugal na 26ª Bienal de São Paulo 2004 em conjunto com o escultor Rui Chafes na criação conjunta de "Eating your heart out".
Em 2007, Vera Mantero co-realizou, com Miguel Gonçalves Mendes, e editou a a sua versão do filme "Curso de Silêncio".
Para ela, a dança não é um dado adquirido; acredita que quanto menos aprender, mais próxima fica dela; usa a dança e o trabalho de intérprete para compreender o que tem de ser compreendido; vê cada vez menos sentido num intérprete especializado (um dançarino ou um actor ou um cantor ou um músico) e cada vez mais sentido num intérprete completo com uma formação especial; encara a vida como um fenómeno complexo e incrivelmente rico e luta constantemente contra o empobrecimento do espírito, dos outros e dela própria, uma luta que considera essencial neste momento da história.
  ESPECTÁCULO
Os Serrenhos do Caldeirão
ENCONTRO COM:
Vera Mantero